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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Os 25 anos de Super Mario!

WHY SO SERIOUS, GALERA!

Pois é, após meses sem postagens (período em que nem mesmo eu achava mais que voltaria aqui), eis que o blog volta à ativa, e em grande estilo: venho falar nada mais, nada menos que os 25 anos de Super Mario!

Criado por Shigeru Miyamoto e  principal mascote da grande Nintendo, a primeira aparição do encanador italiano foi no jogo Donkey Kong, onde devia salvar a princesa do gorilão, mas em 13 de setembro de 1985 foi lançado seu primeiro jogo solo, para o NES (o famoso Nintendinho 8 bits). De lá para cá, o personagem quebrou totalmente a barreira do mundo dos games e saltou para a cultura pop mundial, tornando-se até mesmo mais famoso e conhecido que Mickey Mouse!

Com o passar dos anos, Mario ganhou vários games novos, sempre evoluindo e ganhando novos conceitos, passando por diversos estilos de jogo. Confira abaixo, um vídeo produzido pela própria Nintendo, mostrando a evolução de seus principais jogos:




Além destes, Mario teve vários spin-offs, como o divertidíssimo Super Mario Kart, Mario Party e Super Mario RPG (um dos melhores jogos que já joguei).

Através, dos tempos, sempre salvando a Princesa Peach de seu arqui-inimigo Bowser, Mario conquistou seu lugar na história dos games, definindo todo um estilo de jogo e contando sempre com mãos competentes no desenvolvimento de suas aventuras.

Que continue atravessando mundos e nos divertindo ao longo do tempo!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Marvel vs Capcom 3 vem aí!

Dez anos após o lançamento de Marvel vs. Capcom 2, o insano cross-over entre os heróis da Marvel e os lutadores dos jogos da Capcom está de volta! O teaser trailer foi liberado esta semana, mostrando alguns personagens que estarão no jogo. Confira abaixo:



Além do trailer, algumas informações foram liberadas:

* O jogo terá em torno de 30 personagens selecionáveis;

* Personagens confirmados até o momento, no trailer: Wolverine, Homem de Ferro, Hulk, Ryu (Street Fighter), Morrigan (Darkstalkers) e Chris Redfield (Resident Evil 5). Além disso, foram confirmados: Homem-Aranha, Magneto e Tempestade;

* O desenvolvimento do game começou no meio de 2008;

* A data de lançamento é para a primavera de 2011 nos EUA, ou seja, no 2º. trimestre do ano que vem;
* Será um jogo de luta de jogabilidade 2D, mas os gráficos serão uma mescla do 2D de Marvel Vs. Capcom 2 com o 3D de Street Fighter IV (no trailer, os gráficos lembraram mais o estilo 2,5D de Tatsunoko Vs. Capcom, mas melhorado e em HD);

* Os principais elementos da franquia estarão nessa sequência, tais como Air Combos e Hyper Combos, além de elementos originais na jogabilidade;

* O jogo terá elementos destraváveis (mais ainda não ficou definido quais seriam);

* Será um jogo em disco (ou seja, não será vendido via download);
* A trilha sonora conterá pelo menos 100 músicas, incluindo remixes e originais dos jogos anteriores.

* Diferente dos anteriores, o jogo terá um enredo, que promete ser complexo;

* O game estará jogável na E3 desse ano, que acontece entre os dias 15 e 17 de junho.

Só nos resta aguardar por mais! :)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O stress da geração 8-bits

Olá, queridos leitores (se é que ainda tenho algum, do jeito que isso aqui ta abandonado...)!

Estou de volta desta vez para falar sobre um assunto que surgiu em uma das conversas com meus amigos do Forum Fighters. Falando sobre jogos antigos, surgiu a questão de como os jogos do passado, especialmente da geração 8-bits (cuja maior representante foi NES, ou "Nintendinho"). O jogo que deu origem ao papo foi Megaman (o primeirão), que revolucionava pelo conceito de que você podia escolher em que fase ia jogar, cada uma guardada por um Robot Master. O jogador que não soubesse que havia uma ordem correta para se derrotar os chefes com certeza iria passar por muito stress. Uma das fases do jogo, a de Guts Man, possuia plataformas móveis que podiam te derrubar a qualquer momento, enquanto a fase do Ice Man tinha um chão congelado e escorregadio, além da clássica parte das plataformas que desaparecem. Quem já jogou sabe do que eu estou falando e com certeza já passou muita raiva com aquilo.

Citando um exemplo de jogo ainda mais popular, falemos do Mario (se você nunca jogou Megaman eu até entendo, mas nunca ter jogado pelo menos um jogo do Super Mario é quase crime e eu não quero mais papo com você! ò__Ó). Super Mario Bros. 3 é um clássico da geração 8-bits, bem popular. O jogo começa naquele esqueminha bem básico, fácil, e vai se tornando cada vez mais difícil a cada mundo. O oitavo e último mundo do jogo é algo para se arrancar os cabelos devido à dificuldade. Me lembro várias vezes, de quando eu era pequeno, de ficar furioso enquanto jogava títulos como Castlevania ou Ninja Gaiden; ótimos jogos, mas extremamente difíceis. E olha que até agora eu só falei sobre dificuldade em si, sem entrar no mérito de jogos mal programados e de jogabilidade frustrante, que criou toda uma geração de crianças stressadas com seus jogos favoritos.

Agora, o mais irônico dessa história, é que isso ocorria justamente em uma época em que os videogames eram vistos únicamente como brinquedo, coisa de criança. Este preconceito ainda existe por parte de alguns, mas vemos cada vez mais adultos se divertindo com os jogos eletrônicos, sendo que hoje em dia existem até jogos proibidos para menores de idade (não que isso os impeça de jogar, né...). Justamente numa geração onde os adultos, que teoricamente teriam mais raciocínio e habilidade para terminar um jogo difícil, jogam mais, os jogos se tornam cada vez mais fáceis. O apelo cinematográfico dos jogos hoje em dia substituiu em grande parte o desafio. God of War e GTA, por exemplo, podem ser jogos adultos e violentos, mas não chegam nem perto da dificuldade dos antigos jogos dos 8-bits, que tinham um apelo bem mais infantil (sim, pois enquanto o Megaman era um robozinho simpático que atirava apenas em outros robôs e o Mario pulava em tartarugas, o Kratos de hoje em dia arranca tripas de monstros mitológicos pela garganta!).

Só pra constar: o sujeito na foto ilustrativa deste texto é James Rolfe, um norte-americano que apresenta o programa para internet Angry Video Game Nerd, que fala justamente das frustrações que os jogos antigos causavam, ou pela dificuldade ou por serem simplesmente ruins mesmo. É bem engraçado e eu recomendo.

Pra fechar, um videozinho (pra variar), da banda japonesa Team Nekokan, com a música No Sleep Until Clear!, que fala justamente sobre as frustrações do jogo Megaman:

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Trailer do filme de Tekken...


Acabo de ver no Melhores do Mundo o trailer do filme de Tekken. Pelas críticas que li dos sites que já haviam visto o trailer, achei que fosse estar bem melhor do que o trailer que assistirão abaixo. Ainda assim, está bem melhor que pérolas como os filmes de Street Fighter (tanto o do Van Damme quanto o Legend of "Chun-Lana") ou as adaptações do Uwe Boll. Isso sem falar no trailer medonho do filme de The King of Fighters que está vindo por aí. >_>'

Sem mais delongas, confiram:



Será que é tão difícil fazer um filme baseado em jogos de videogame que preste? Espero que pelo menos desta vez tenhamos um filme divertido. Ao menos, os personagens desta vez estão bem caracterizados.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Feliz Aniversário, Sonic!


Não gosto de fazer posts muito colados uns com os outros pois fica parecendo flood, mas o post de hoje tem um motivo mais que justo.

Há exatos dezoito anos atrás, chegava ao Mega Drive, console de grande sucesso no passado, o jogo Sonic - The Hedgehog. Na época, o jogo foi uma verdadeira sensação; o marketing pesado que incluiu até meios televisivos fez com que todos ficassem sabendo do lançamento do que se tornaria o mascote da produtora japonesa SEGA. O jogo apresentava gráficos coloridos que até hoje são muito bonitos, músicas marcantes (quem não ficou com o tema da primeira fase, Green Hill Zone, gravado na mente?) e possuia na jogabilidade seu maior trunfo: como o nome do personagem sugeria, o jogo era ultra-veloz e a adrenalina rolava solta, algo nunca visto antes num jogo de aventura. A história não era nada demais: um cientista louco, o Dr. Robotnik queria dominar o mundo usando as Esmeraldas do Caos e, para isso, estava capturando os animais da floresta e os transformando em robôs, e o ouriço azul Sonic sai numa cruzada para salvar seus amigos (bem, nesse tipo de jogo, quem liga pra história, né? xD) Desnecessário dizer que, com tamanha qualidade, o jogo foi um sucesso estrondoso.
No ano seguinte, foi lançada uma continuação que apresentava Tails, uma raposa que era amigo Sonic, e que podia voar girando suas duas caudas. Também foi inserido um novo elemento: ao coletar todas as Esmeraldas do Caos, Sonic podia se transformar em Super Sonic, uma clara homenagem aos super-saiyajins de Dragon Ball Z.

Em 1993, foi lançada a terceira aventura do ouriço supersônico, que introduzia o personagem Knuckles, que no ano seguinte seria estrela do game Sonic & Knuckles junto com o ouriço. Este jogo possuía um recurso inovavador que o permitia ser fundido aos dois jogos anteriores, e a junção de Sonic & Knuckles + Sonic 3 gerava um dos melhores jogos de aventura na opinião dos fãs. Neste meio tempo, Sonic ganhou vários spin-offs e remakes para o Mega Drive e outros consoles da Sega.

O tempo passou e os jogos de Sonic evoluíram, até chegar ao aclamado Sonic Adventure do Dreamcast, em 1998. O jogo foi um sucesso absoluto e gerou uma continuação em 2001, para comemorar os 10 anos de aniversário da franquia.

Infelizmente, a passagem do tempo não foi muito generosa com o pobre mascote: a avalanche de jogos insossos (e alguns realmente ruins) para diversas plataformas de jogo quase mataram o personagem. Mesmo os jogos mais recentes, como o esperado Sonic Unleashed, decepcionaram em muito os fãs, que até hoje esperam um jogo tão bom quanto os primeiros ou dois Adventures.

Enfim, Sonic é um marco na indústria dos jogos, e definitivamente merecia um tratamento maior do que vem recebendo. A franquia marcou a infância de muito marmanjo como eu, e merece ter seu lugar reconquistado.

Parabéns, Sonic, pelos seus 18 anos e a força de resistir à injustiças da modernidade!

sábado, 28 de março de 2009

Videogames financiando crimes no Brasil


Em fevereiro passado, ocorreu um fato inúsitado: um homem de 42 anos invadiu a casa de uma idosa de 60 anos e a manteve refém sob a mira de uma arma por conta de uma dívida de R$42. Mais detalhes, inclusive, podem ser vistos aqui.

O grande X da questão é que, como podem ver nas fotos, a arma era uma pistola do MASTER SYSTEM!!! Sim, o cara fez a mulher de refém com uma pistola de videogame! O pior é que agora uma pistola de videogame vai passar por perícia!

Vejam um trecho da notícia publicada no site G1:

"O Instituto de Criminalística do Distrito Federal vai fazer uma perícia na pistola apreendida de um homem que invadiu uma casa na cidade-satélite de Samambaia e manteve reféns por dez horas no último sábado (21), antes de se render.

Há suspeitas de que a arma seja de brinquedo: uma Light Phaser, utilizada no videogame Master System. A assessoria da Tectoy, que fabricou o videogame no Brasil, foi procurada pelo G1, mas não confirma a informação. Especialistas em game disseram que, pelas imagens, é muito provável se tratar de uma Light Phaser."

Vão vendo só... empresas de videogame financiando o crime no Brasil! xD




domingo, 11 de janeiro de 2009

50 Coisas que Aprendemos Jogando Video Game


1. As tartarugas vermelhas são mais inteligentes (e perigosas) que as verdes.

2. Se você estiver dirigindo e ver um raio brilhante ou qualquer objeto estranho de cores chamativas e agradáveis, passe por cima. Se X acelera, A é o turbo.

3. Atirar na cabeça é mais eficaz que em qualquer outra parte do corpo.

4. Allejo foi melhor que Pelé.

5. Nem todas as caixas podem ser empurradas. Muito menos todas as portas podem ser abertas.

6. Só pise no acelerador quando o sinal abrir.

7. Jamais corra fora da pista.

8. Se você não tiver armas ou não souber dar socos, pule na cabeça do desgraçado.

9. Em alguns casos, estrelas são mais importantes que moedas.

10. Não importa qual a distância que você esteja do gol, sempre chute da lateral.

11. Carrinho de lado não é falta.

12. Falta no goleiro leva à expulsão.

13. Golpes especiais, como saltar e dar um soco, fazem você perder vida (desde que você acerte o oponente).

14. Com socos e chutes você quebra carros com mais facilidade do que usando barras de ferro.

15. Não importa o modelo. O carro azul corre mais.

16. Gol olímpico é mais fácil que gol de falta.

17. Nunca é a última fase.

18. Select é tão útil quanto o Scroll Lock ou um bloco amarelo com uma exclamação.

19. Um ataque de zumbis não é nada caso você tenha uma Glock com 10 balas e uma boa mira.

20. Às vezes, uma facada funciona melhor que um tiro.

21. A vida não tem continues infinitos.

22. “Winners don’t use drugs - William S. Sessions – FBI”

23. Não importa qual o seu problema, ele pode ser resolvido com um lança chamas.

24. Ninjas sabem jogar golfe.

25. Você pode construir uma civilização somente com pedras, ouro e madeira.

26. Quando uma pessoa morre ela pisca até desaparecer.

27. Vampiros? Arrumem uma corrente.

28. Meia lua para frente + soco forte = algo interessante.

29. Paredes com rachaduras costumam guardar segredos.

30. Quanto maior o lutador, pior ele é.

31. O reforço sempre chega depois que você mata todo mundo.

32. Nem tudo na vida é Save Game. Portanto, nunca deixe de anotar o password.

33. No final das contas, você se fode para salvar o mundo ou uma mulher.

34. Dirigir pode ser muito mais interessante caso você esteja ouvindo “Highway Star”, “Paranoid” ou “Born to Be Wild”.

35. As melhores épocas de nossas vidas são as fases bônus.

36. PAC MAN nada mais é que correr atrás de balinhas enquanto se ouve uma música repetitiva. Ou seja, uma rave.

37. Você não precisa saber uma única nota musical para ser um astro do rock. Basta ter coordenação motora.

38. Paradas para abastecer o carro ou o avião atrapalham muito.

39. Nem todas as caixas de madeira são quebráveis. Só as mais brilhantes.

40. Barris explosivos são muito bons para matar um grande grupo de pessoas. Basta um tiro certeiro.

41. Nem todos os canos verdes o levam até o esgoto.

42. Não existem castelos sem lava.

43. Quase todos os heróis começam a vida deitados numa cama.

44. Pouco me importa se não adianta nada. Morrermos apertando Start para a introdução passar mais rapidamente.

45. As chaves podem ser do seu tamanho, mas você acha um lugar para guardá-la.

46. Correr no gelo escorrega. Muito.

47. Nem todos os rios estão para nado.

48. Comidas costumam te encher de vida.

49. Seu carro capotou, saiu da pista e explodiu? Ok, aguarde um instante que ele vai voltar piscando.

50. Cogumelos verdes. Não morra antes de provar pelo menos um.

FONTE: http://www.sedentario.org/

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Ah... os fliperamas...


Certas coisas não voltam mais. Ficam no passado mas sempre rendem boas lembranças. Uma delas são os fliperamas que iam desde o aspecto underground e sujo até os mais luxuosos shoppings. Estas típicas casas de jogos que "bombaram" na década de 90, ainda mais da explosão dos jogos de luta que começou com Street Fighter II, que é com certeza um dos 5 jogos mais revolucionários da história. Vários outros seguiram seus passos, como Fatal Fury e Art of Fighting. Vieram depois o Mortal Kombat, com toda sua violência gratuita e gráficos realistas e o The King of Fighters, reunindo os personagens dos jogos da SNK em alucinantes disputas em trios. Eram épocas de disputas acirradas. A galera que freqüentava os estabelecimentos gastava muita grana em fichas para disputas contra "a máquina" ou contra os amigos, tentando sempre aprender novos "macetes" para derrotá-los.

Além destes, também haviam os jogos beat'em up (ou "andar e bater"), onde os jogadores controlavam personagens que podiam ser gangues de bandidos (como em Final Fight e Streets of Rage) ou mesmo monstros (como os dinossauros de Cadillacs & Dinossaurs e os mutantes de Captain Commando). Isso sem falar nos joguinhos de nave (Sonic Wings, 1945...), os simuladores de corrida (Daytona USA, Crushing USA...), pinballs... às vezes rolavam até umas mesas de sinuca ou totó, principalmente quando as máquinas de jogo se encontravam num boteco de esquina mais ou menos perto da sua casa.

E o que dizer das lendas que rondavam os jogos? Como não se haviam muitas informações sobre o enredo dos jogos, eram comum a molecada criar histórias sobre os mesmos. Quem nunca ouviu dizer em Street Fighter que Ryu e Ken eram irmãos ou que dava pra enfrentar o Papai Noel no cenário da ponte no Mortal Kombat? Existiam golpes lendários, como o "shoryuken de meio-life" e supostos truques para se jogar com os "chefões", mesmo quando isso eram impossível.

Mas nem tudo eram flores. Quase parte dos cenários destes ambientes, haviam os típicos molequinhos de rua, que insistiam em dar palpites no seu jogo e viviam pedindo pra "pegar uma". Os maloqueiros ficavam te visando e ameçavam a galerinha mais nova caso ganhassem deles nos "contras". Fala a verdade, você já não deixou um cara desses ganhar de propósito, com medo de apanhar fora do jogo depois? xD

Enfim, era uma época boa. Nada como sair da aula, encontrar os amigos de outras escolas e fazer campeonatinhos do Colégio X contra o Colégio Y no The King of Fighters ou no totó. Isso quando a gente não matava aula e usava o dinheiro do lanche pra jogar! xD

Mas o tempo passa e as coisas mudam. Hoje em dia, os fliperamas estão quase extintos e deram lugar às lans e jogos online. Ainda é possível curtir os grandes jogos de época pelos emuladores e adaptações para videogames, mas pra quem viveu a época nada vai superar as histórias, amizades e a adrenalina de disputar cara-a-cara com seus amigos o jogo de luta do momento.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Videogame nacional - será que dá certo?


Há alguns dias atrás, a TEC TOY, empresa nacional que trabalha com jogos eletrônicos e responsável pelo comércio e linceça dos antigos consoles da SEGA (Master System e Mega Drive - e sim, eles ainda são vendidos por aqui) aqui no Brasil, anunciou a criação de um videogame 100% nacional, o Zeebo.

Com lançamento programado para o primeiro trimestre de 2009, e com preço inicial de R$599 o Zeebo inova por não usar CDs, DVDs, cartuchos ou qualquer mídia externa para seus jogos. O apaelho virá equipado com um chip 3G, reconhecido automaticamente ao se ligar o console em alguma TV, e seus jogos seriam comprados de forma online pela rede Zeebo.net3G e custariam entre R$9,90 e R$29,90. O console tem uma memória interna de 1GB para o armazenamento dos jogos, e várias softhouses como a SEGA, CAPCOM e NAMCO já teriam anunciado que desenvolveriam jogos para o Zeebo, que pode ser visto em ação aqui.

Tudo parece muito bem, e acho muito legal que a indústria brasileira esteja tendo alguma iniciativa no sentido. Mas será que isso cola?

Vejamos. A Sony, que nas duas últimas gerações de videogames dominou o mercado com seu Playstation e o Playstation 2, anunciou que também venderá oficialmente seus consoles e jogos no Brasil. Tendo o Play2 (e provavelmente o Play3, em breve) com toda sua biblioteca de jogos, que inclui sucessos como God of War, GTA e Tekken, será que o Zeebo terá uma vida muito longa? Sem contar que o preço do Zeebo (que parece ter um poder de jogo similar ao de um Play1) será muito próximo ao do Play2, o que é mais um ponto a menos para o console.

O que pode trazer uma chance de vitória ao Zeebo é seu potencial online. Se forem lançados para ele sucessos dos jogos de luta como Street Fighter ou The King of Fighters, com a possibilidade de disputas online, será uma imensa vantagem. O mesmo vale caso para jogos de esporte ou RPGs online. Jogos traduzidos ou com apelo nacional também podem ser uma chave para o sucesso.

Mais sobre o Zeebo pode ser visto em uma discussão aberta no Forum Fighters.

Sinceramente, estou torcendo para que o console dê certo, mas agora nos resta apenas torcer que a TECTOY esteja de fato preparada para entrar neste mercado de gigantes que é a indústria dos games.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Videogames e política... serious business!


Foi-se o tempo que o o videogame era só um meio de intretenimento, tido por muitos como infantil. A indústria dos videogames cresce cada vez mais, e só besta não vê isso.

Como visto no Portal G1, uma grande prova disso é o mais novo meio que o candidato à presidência dos EUA Barack Obama encontrou para a publicidade de sua campanha: jogos de videogame. Os ambientes online de jogos como "Burnout Paradise" (foto ao lado) e "Madden '09" do console Xbox 360, da Microsoft, receberam outdoors virtuais do candidato.

Num país onde 49% dos jogadores de videogame estão na faixa dos 18 aos 49 (ou seja, são eleitores), isso é uma jogada de marketing muito bem sacada!

Apesar de disso, Obama recentemente disse em um de seus discursos para os pais desligarem as TVs e os videogames e lerem um livro para seus filhos. Apesar de gamemaníaco inveterado, adimiro as sábias palavras do homem.